*Por Ministra Pastoral Santinha
– No dia 15 deste mês, parti em missão com minha igreja rumo a Cuiabá, onde uma equipe me aguardava para, juntos, seguirmos para Campo Verde. Apesar de um pequeno atraso devido ao tempo em São Paulo, a recepção calorosa e o almoço compartilhado marcaram o início de uma experiência transformadora.

O evento, que combinou formação teológica e ação missionária, reuniu participantes em momentos intensos de oração, reflexão e trabalho comunitário. Cada dia começava com uma meditação preparada por diferentes equipes, seguida por formações que abordaram desde histórias pessoais de atuação na igreja e em movimentos sociais até os desafios contemporâneos da missão.
As Cinco Marcas da Missão e a Noite de Diálogo
No primeiro dia, os participantes compartilharam suas trajetórias, reforçando a ideia de que “a missão não é nossa, mas de Deus”. O tema foi aprofundado com as Cinco Marcas da Missão, um marco na reflexão sobre o papel da igreja no mundo. À noite, uma roda de conversa destacou a responsabilidade coletiva na missão, incentivando o engajamento prático.
Formação Bíblico-Teológica e o DNA da Bênção
No segundo dia, o estudo bíblico-teológico trouxe fundamentos para a ação missionária, com destaque para a palestra do Reverendo Luciano, que ressaltou: “Somos bênçãos e carregamos o DNA de Deus”. Os trabalhos em grupo permitiram a aplicação desses conceitos em realidades locais, fortalecendo os laços entre os participantes.

Cartilha “Igreja Segura” e Simbolismo da Árvore
Na quinta-feira à noite, um momento marcante foi o lançamento da cartilha “Igreja Segura”, seguido pelo plantio de uma árvore em frente ao templo, simbolizando crescimento e cuidado. Quatro novos membros foram recebidos na comunidade, cada um presenteado com uma muda para plantar e cultivar – um gesto que une fé e compromisso ambiental.
Encerramento com Celebração
No sábado, a missão foi coroada com uma celebração vibrante, encerrando dias de aprendizado, partilha e ações concretas. A experiência reforçou não apenas a importância da formação, mas também o poder da união em prol de um propósito maior.
Para os envolvidos, a missão em Campo Verde foi mais que um evento: foi um chamado à vivência do Evangelho, integrando espiritualidade, serviço e cuidado com a criação.




